Dilma, as promessas de campanha e o pacote de maldades
O começo do segundo mandado da Presidente tem sido marcado por medidas impopulares. Passado o "vale tudo" eleitoral, que marcou a reeleição da nossa mandatária Dilma Roussef, algumas medidas vem chamando a atenção de seus eleitores. Foram ações que redefiniram alguns direitos trabalhistas, tais como: o acesso e solicitação à benefícios da previdência (pensão por morte e seguro-desemprego) e o aumento das tarifas de energia. Chegou a ser anunciado ainda a mudança da correção do salário mínimo, que a pressão popular fez o governo recuar.
Parece que a presidente adotou o pensador Nicolau Maquiavel como o livro de cabeceira, para o inicio de seu governo.O autor do livro "O Principe" dizia que: “Faça o mal de uma vez e o bem aos poucos”. Para o pensador italiano, as maldades serão esquecidas e as bondades lembradas. Por isso, Dilma faz seu pacote de maldades no início de seu governo. Seriam pequenos agrados para o povo ao longo do mandato. Principalmente próximo a eleição.
A verdade é que esse ajustes são necessários em virtude das diversas falhas na gestão, um gasto exagerado da máquina pública, o mau investimentos do Governo Federal, como na Petrobras, e uma série de outros gastos que podiam ser evitados.

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