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Mostrando postagens de maio, 2021

Implantação da Ferrogrão será debatida em comissão da Câmara Federal

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A Comissão de Viação e Transporte da Câmara Federal, aprovou solicitação do deputado Eduardo Costa – PTB/PA, para realização de audiência pública para debater o projeto de construção da ferrovia EF-1700, que está sendo chamada de Ferrogrão, prevista para ligar o Mato Grosso e o Pará, concebida para facilitar o escoamento da produção agrícola do Estados do Centro-oeste e Norte do país.  No projeto dessa ferrovia, estão previstos 933 quilômetros de trilhos, com investimentos estimados em R$ 12 bilhões, ligando os municípios de Sinop (MT) a Miritituba (PA), com acesso à hidrovia do Rio Tapajós, abrindo uma nova rota de exportação, ao possibilitar o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste em direção aos portos do chamado Arco Norte Paraense, a custos mais competitivos. Para Eduardo Costa, a audiência, com a participação de representantes governamentais e da sociedade civil é importante para que todos os pontos possíveis do projeto, a favor e contra, sejam debatidos e esclarecidos p

Prolongamento da rodovia BR-156, do Amapá até o Pará, em discussão na Câmara Federal

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A Comissão de Viação e Transporte, da Câmara Federal, aprovou requerimento do deputado Eduardo Costa (PTB/PA), para debater, em audiência pública, a ampliação da BR-156, de Laranjal do Jari, no Amapá, até a cidade de Alenquer, no Pará, numa extensão de 382 km, com grande parte do traçado coincidente com o da atual rodovia estadual PA-254, que seria federalizada. Atualmente a rodovia cobre apenas o estado do Amapá, desde a localidade de Cachoeira de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, até o Oiapoque, fronteira com a Guiana Francesa. Com as alterações propostas, a BR-156 passaria a ter um total de  1.294 km, desde Alenquer até a fronteira franco-guianense. De acordo com Eduardo Costa, “a região de influência da rodovia possui grande potencial para o desenvolvimento econômico sustentável e ainda para o turismo ecológico, possibilitando ainda mais a integração dos Estados Amazônicos”. Os núcleos habitacionais existentes ao longo das rodovias também seriam beneficiados, possibi