Projeto de mineradora canadense pode poluir rio Xingu
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| Escola atingida pela barragem de Mariana |
O processo de liberação da licença foi precitado, pois tem uma série de perguntas que precisam de um maior esclarecimento. O estudo de viabilidade ambiental da Belo Sun tem a participação de um engenheiro indiciado por homicídio pelo rompimento da barragem de Mariana.
A barragem que vai ser construída próximo ao Rio Xingú e a terras indígenas. Ela vai ser 150% maior que a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, que rompeu em em Mariana (2015) e causou o maior desastre ambiental do país. Até hoje os moradores sofrem com problemas causados pelo rompimento e a situação dos moradores não é resolvida.
Outro ponto muito preocupante é referente ao uso da água. Um projeto de mineração como o da Belo Sun, que pretende retirar 50 toneladas de ouro em doze anos, diz que consegue fazer isso apenas usando a água da chuva e de córregos. Isso precisa ser esclarecido, pois a mineração exige uma demanda por água muito grande.
Eu, deputado Eduardo Costa, creio piamente que projetos de impactos ambientais tão grandes em nosso estado não podem ser implantados de maneira intempestiva. Os próprios "benefícios" alegados para implantação do projeto são muito pequenos.
Segundo o governo do Pará, a expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos e R$ 5 milhões por ano, em royalties de mineração para o estado. Muito pouco para o impacto ambiental. E o problema neste ponto é a Lei Kandir (lei complementar federal nº 87, de 13 de setembro de 1996), que desonera as empresas de recolher o Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço – ICMS dos produtos primários e semielaborados.
Ou seja, a Belo Sun vai deixar o buraco e os impactos ambientais na região do Xingu, ganhar muito e oferecer pouco ao nosso Estado que fica cada vez mais pobre.
Nosso mandato vai cobrar explicações da Sema e da Belo Sun sobre o projeto, que não vai ser implantado desta maneira, com prejuízos para o povo do Pará.
A barragem que vai ser construída próximo ao Rio Xingú e a terras indígenas. Ela vai ser 150% maior que a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, que rompeu em em Mariana (2015) e causou o maior desastre ambiental do país. Até hoje os moradores sofrem com problemas causados pelo rompimento e a situação dos moradores não é resolvida.Outro ponto muito preocupante é referente ao uso da água. Um projeto de mineração como o da Belo Sun, que pretende retirar 50 toneladas de ouro em doze anos, diz que consegue fazer isso apenas usando a água da chuva e de córregos. Isso precisa ser esclarecido, pois a mineração exige uma demanda por água muito grande.
Eu, deputado Eduardo Costa, creio piamente que projetos de impactos ambientais tão grandes em nosso estado não podem ser implantados de maneira intempestiva. Os próprios "benefícios" alegados para implantação do projeto são muito pequenos.
Segundo o governo do Pará, a expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos e R$ 5 milhões por ano, em royalties de mineração para o estado. Muito pouco para o impacto ambiental. E o problema neste ponto é a Lei Kandir (lei complementar federal nº 87, de 13 de setembro de 1996), que desonera as empresas de recolher o Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço – ICMS dos produtos primários e semielaborados.
Ou seja, a Belo Sun vai deixar o buraco e os impactos ambientais na região do Xingu, ganhar muito e oferecer pouco ao nosso Estado que fica cada vez mais pobre.
Nosso mandato vai cobrar explicações da Sema e da Belo Sun sobre o projeto, que não vai ser implantado desta maneira, com prejuízos para o povo do Pará.


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