O combate a violência, a valorização do policial e a ampliação da rede de assistência social
A violência no Pará tem crescido de forma acelerada. O aumento na taxa da criminalidade é alarmante. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), nosso Estado tem quatro cidades (Altamira, Marituba, Ananindeua e Marabá) entre as 30 mais violentas do país. Estamos vivendo um caos e qual a solução para isso?
O combate a violência não é realmente uma tarefa fácil, pois exige ações coordenadas do poder público, que precisa atuar em várias frentes:
1. Na valorização do policial, garantindo a estes condições dignas de trabalho, equipamentos e salários adequados. É necessário que quem está na ponta do combate ao crime possa ter seus direitos garantidos e sua vida preservada. O bom policial tem que ter o amparo do poder público.
2. Investimentos na educação: Investir no processo educacional de uma população, não é somente construir escolas, o prédio físico, mas garantir que os professores possam atuar em espaço saudável, com equipamentos e recursos inerentes à necessidade da comunidade. Os professores precisam ser valorizados. As famílias serem chamadas para o processo educacional e integradas ao ambiente escolar. Um projeto interessante seria estabelecer um núcleo de apoio às famílias nas escolas, composto por psicólogos, assistentes sociais, enfim, profissionais que formam a rede de assistência.
3. Políticas públicas sérias de recuperação dos egressos do sistema carcerário, com reinserção no mercado de trabalho.
4. Ações de assistência social nas comunidades, como: médico na família, microcrédito, qualificação profissional, apoio esportivo às crianças e adolescentes entre outras.
Outro ponto importante para combater a violência é investimentos na tecnologia. Em algumas cidades,há aplicativos que combatem a sub notificação e permitem um georreferenciamento mais preciso da violência e com isso o planejamento das ações do governo do Estado. Ainda, com a tecnologia, os cidadãos podem participar de maneira mais efetiva. É a tecnologia a favor da segurança.
O Pará pede paz e não adianta gastar centenas de reais com helicóptero voando por cima de nossas cabeças, isso é uma ação emergencial, mas que não resolve. A segurança se faz com políticas públicas que valorizam o ser humano e buscam a participação da sociedade. Governador, precisamos de ações integradas e planejadas.
O combate a violência não é realmente uma tarefa fácil, pois exige ações coordenadas do poder público, que precisa atuar em várias frentes:
1. Na valorização do policial, garantindo a estes condições dignas de trabalho, equipamentos e salários adequados. É necessário que quem está na ponta do combate ao crime possa ter seus direitos garantidos e sua vida preservada. O bom policial tem que ter o amparo do poder público.
2. Investimentos na educação: Investir no processo educacional de uma população, não é somente construir escolas, o prédio físico, mas garantir que os professores possam atuar em espaço saudável, com equipamentos e recursos inerentes à necessidade da comunidade. Os professores precisam ser valorizados. As famílias serem chamadas para o processo educacional e integradas ao ambiente escolar. Um projeto interessante seria estabelecer um núcleo de apoio às famílias nas escolas, composto por psicólogos, assistentes sociais, enfim, profissionais que formam a rede de assistência.
3. Políticas públicas sérias de recuperação dos egressos do sistema carcerário, com reinserção no mercado de trabalho.
4. Ações de assistência social nas comunidades, como: médico na família, microcrédito, qualificação profissional, apoio esportivo às crianças e adolescentes entre outras.
Outro ponto importante para combater a violência é investimentos na tecnologia. Em algumas cidades,há aplicativos que combatem a sub notificação e permitem um georreferenciamento mais preciso da violência e com isso o planejamento das ações do governo do Estado. Ainda, com a tecnologia, os cidadãos podem participar de maneira mais efetiva. É a tecnologia a favor da segurança.
O Pará pede paz e não adianta gastar centenas de reais com helicóptero voando por cima de nossas cabeças, isso é uma ação emergencial, mas que não resolve. A segurança se faz com políticas públicas que valorizam o ser humano e buscam a participação da sociedade. Governador, precisamos de ações integradas e planejadas.

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